E eis que eu estava saindo da feirinha de artesanato da Av. Beira Mar, em Fortaleza, e meu telefone toca.
Era o celular da minha mãe.
Ao atender, minha mãe, com voz embargada, pediu que esperasse e quem pegou o telefone foi meu pai.
Ele estava chorando muito e disse que me amava.
E que me amava.
Me amava.
E eu só respondi: também, pai.
Quando desliguei o telefone, chorei, no meio da Beira Mar, na frente do taxista que me levaria de volta ao hotel.
Tuane Vieira